TV Digital

Premiado Cineastra Rui Vezzaro

Produções de Cinema e Vídeo, utilizando os recursos da TV DIGITAL. Equipamentos de Full HD para Gravações e Ilha Digital para Pós Produção. A Equipe de Cineastas e Técnicos é das mais premiadas e o seu Portfólio: Artístico, Comercial e Institucional é um dos mais invejáveis em Curitiba, Brasil e até internacionalmente.


O premiadíssimo Cineasta Rui Vezzaro
é um dos diretores da FullTime Digital, inovação, estilo, emoção, genialidade, qualidade, são alguns adjetivos dos criticos sobre os seus trabalhos.


Beto Carminatti

Desafio em Dose Dupla Brasil – teaser nova temporada dirigida por Beto Carminatti

Beto Carminatti

Diretor Premiado de Cinema e Vídeo Digital Beto Carminatti

Em sua trajetória coleciona diversas premiações, recentemente foi o vencedor do Prêmio RPC 2012. “Amor em Tempos de Guerra”, exibido em dezembro de 2011 no Casos e Causos, conta a história de um triângulo amoroso vivenciado no Cerco da Lapa. A minissérie venceu nas categorias: Melhor Produção, Melhor Direção e Melhor Filme.

Além do envolvimento na direção, montagem e outros setores de criação, Carminatti também foi produtor executivo e diretor de produção nesta minissérie. Declarando: “o que levo dessa produção é a satisfação pelo que foi realizado; a memória afetiva de ver o comprometimento da equipe de artistas e técnicos, sua entrega de corpo e alma; e esse modo de sentir o trabalho, que faz toda a diferença e aparece no resultado final”.

Amor em Tempos de Guerra


A Lenda das Encantadas

Mistérios do Lagamar

Beto Carminatti

Portfólio de Vídeos da FullTime Mídia Digital

Vídeo para a empresa TIM

Sushiaki – Culinária Japonesa

Ponto de Apoio

Propaganda Guinness

Filme Estômago

Aniversário de 3 Anos do Citra Bar

 

Rui Vezzaro

O Cineasta Rui Vezzaro, ganha Premio de Melhor Filme Documentário no Festival de Gramado
Jornal Folha de São Paulo

Rui Vezzaro é a grande revelação do Festival de Gramado, o Festival de Cinema mais importante da America Latina. Rui Vezzaro é uma revelação dupla: seu primeiro filme exibido ontem “A Luminosa Espera do Apocalipse”, muito aplaudido pelo público que forma um juri popular e pelo juri oficial, que conta com cerca de vinte menbros (eu entre eles). O filme é muito bom, mas o segundo é ainda melhor: “Vitrines”, o mais aplaudido até o momento. Rui é um visionário, desde já um Rimbaud de Curitiba. Seu cinema é arrebatador, mágico. “O Apocalipse“ segue a pista semiológica de uma figura verídica da loucura paranaense, indo procurar em inscrições enigmáticas e esculturas misteriosas a verdade de um indivíduo que acordou com a certeza de que o mundo arderia em chamas no dia 28 de dezembro de 1999. O cara foi levado ao manicômio e, quase cego, deu por (in)terminada sua busca visionária. O filme retoma esta busca através de figuras inanimadas, com as quais Rui cria um clima cinematrograficamente apocalíptico. O filme é cinema de percepção extra-sensorial: visão curitibana do Apocalipse.

“Vitrines“ é ainda mais emocionante e envolvente: uma viagem dentro do olho humano, levando ao imprevisível o que Júlio Bressane opera em “Crazy Love“, justamente “uma operação de catarata no olho da linguagem do cinema”. Mas, para sua mágica, Rui não faz uso do “cinema dentro do cinema”. Seu cinema está dentro do olho e é daí que nasce a magia. Um cinema do terceiro olho, deglutindo até o Roman Polanski de “O Inquilino”. “Sua linguagem não se resolve num áspero conflito de plano e contraplano, e sim numa harmoniosa fluência horizontal, traduzida em movimentos de câmera que procuram captar tanto o pouso do acaso na superfície das coisas como a complexa relação entre o homem da sociedade capitalista e sua idealização concretizada nos manequins das vitrines”. O vidro, simbólico limite ao mesmo tempo visível e invisível, assinala a divisão proposta pela sociedade consumista: de um lado a indiferença dos manequins, melancólicas contrafacções de um ideal estético que nada oferece além da gélida beleza de gestos estudados armados sobre um universo artificiosamente “Kitsch”: do outro lado a multidão imersa em seu cotidiano labiríntico; entre ambos, a dúbia imagem, real/irreal dos reflexos”.

Cinerário de Rui Vezzaro

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